Arquivo de ‘Quem sou’ Category
Candice Cristiane
Meu nome é Candice Cristiane Costa Apolinário, tenho 28 anos, graduada em Letras, com Pós-Graduação em Psicologia da Aprendizagem e, há pouco mais de um ano, sou servidora pública da Universidade do Estado do Rio Grande do Norte, em Caicó. Pois é, apesar de mossoroense “roxa” e amar muito a terrinha, ao ser aprovada em concurso público tive que ir morar, de segunda à sexta, no Seridó. Uma mudança bastante significativa na minha vida! Mas, é isso aí, temos que agarrar as oportunidades que aparecem em nossos caminhos, sobretudo quando estamos tratando de emprego, de estabilidade. Logo, logo, espero está de volta para o meu aconchego. Bom, esse foi apenas um breve relato sobre a minha vida para que todos possam conhecer um pouquinho sobre mim.
Niédia Paiva
Oii gente, sou Niédia Paiva, tenho 34 anos e sou estudante de psicologia, quem sabe como psicóloga não me especializo em cuidar de problemas relacionados a obesidade?! (Risos)
Moro em Natal, mas meu coração é Mossoroense. Inclusive foi em Mossoró que vi o livro, Magra? Não. Gorda em recuperação. Depois que li o livro, fiquei sabendo da existência de um grupo que buscavam vivenciar os ensinamentos do livro, para mim, foi como ver uma luz no fim do túnel. E agora aqui estou integrando um grupo de gordas em recuperação. Estou adorando, pois além de compartilhar vivências, ainda temos a oportunidade de fazer amizades que poderão durar a vida toda.
Sonali Bezerra
Oi gente! Para quem não me conhece me chamo Sonali, tenho 27 anos e me assumi uma “Gorda em Recuperação”. Há 09 anos, acreditem: pesava apenas 40k. Foi quando comecei a engordar após o nascimento do meu primeiro filho, foram quase vinte quilos a mais, (dá para imaginar como fiquei arrasada). Comecei ir a médicos e tomar inibidores de apetite, quando alguns anos depois, até cheguei a perder alguns quilos a base desses medicamentos, mais resultado: após o nascimento da minha segunda filha meu peso aumentou significativamente: pasei dos 70k
Francy Simões Cavalcanti
Francy Simões Cavalcanti é uma gorda em recuperação há 5 meses e hoje comemora muito mais do que a perda de 14 quilos no período.
Anna Marilda
Nasci numa família de gordinhos…Tenho familiares gordinhos do lado paterno e gordinhos do lado materno, mas sei que comigo poderia ter sido diferente. Eu poderia ter escolhido ser magra e não gorda, no entanto, as minhas mais remotas lembranças me trazem imagens de uma garota sempre gordinha. O gosto pela culinária muito contribuiu para que eu me tornasse a principal consumidora das comidas que eu preparava. Desde tenra idade aprendi receitinhas infalíveis com a minha avó, que era uma excelente cozinheira; qualquer visita que chegava a minha casa se tornava um motivo especial para me levar a cozinha e preparar uma variedade de guloseimas.
Durante muito tempo vivi feliz com minhas formas arredondadas. Quando criança o meu “excesso de fofura” não me incomodava e nunca foi empecilho para fazer nada que eu quisesse ou gostasse…mas meus pais preocupados com a minha saúde, sempre me incentivaram a fazer dietas,exercícios… e tudo o mais que julgavam necessário para que eu pudesse ser feliz…gorda ou magra, o importante era ter saúde.
Conheci todas as Clínicas de emagrecimento de Fortaleza, Mossoró e Natal… Qualquer novidade que aparecia para emagrecer, minha mãe me incentivava a fazer. Minhas tias, minha madrinha, as amigas mais próximas da minha família logo se encarregavam de telefonar pra minha mãe dando informações, endereços e contando experiências bem sucedidas com a ”novidade”.
Lembro quando surgiu um tratamento com Acumputura, em Natal. Era uma novidade caríssima. O médico que colocava as agulhinhas não era credenciado pelos planos de saúde e o tratamento era “particular”. Meus pais não hesitaram… Logo me levaram ao Dr. Chin, e eu sai de lá, com a dieta que me deixaria magrinha… sempre começava empolgada… achando que conseguiria…mas na verdade, acho que eu nunca quis tanto…pelo menos quando criança… Lembro quando morávamos em Patu-RN e mãinha viajava de lá até Natal ou Mossoró para fazer a feira da dieta que me emagreceria…
E foi assim também com os Vigilantes do Peso. Eu saía de Patu e depois de Mossoró para assistir as reuniões em Natal… Meus pais não mediam esforços, nem investimentos … Não posso culpar ninguém pelo meu excesso de peso, meus pais sempre me incentivaram e me proporcionaram tudo que era necessário para que eu fosse uma pessoa saudável e em paz com a balança…
Nos grupos que participei com o objetivo de emagrecer, a maioria das pessoas era adulta e eu a pessoa mais nova, muitas vezes a única criança. Fiz SPA´s, em Rio do Fogo-RN, na Aspetro, em academias de Mossoró/Rn, no Clube da Caixa Econômica; tomei Herbalife, diet shake, femproporex, sibutramina, e todos aqueles naturais também Água Régias, Coscarque…afff, foi tanta coisa que meu estômago foi um depósito de remédios…acho que já fiz quase todas as dietas do mundo…da sopa, da fruta, da lua… E sempre consegui emagrecer um pouquinho, mas em pouco tempo engordava novamente!!! A maior parte da minha vida,estive gorda…
Nunca vou esquecer dos primeiros dias de aula no Colégio Diocesano Santa Luzia, onde estudei da 3ª série do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. Quando iniciava o Ano Letivo, os professores de Educação física sempre chegavam na sala para nos medir e nos pesar… Para a maioria dos colegas, aquele momento provocava motivo de pânico…Para mim, era indiferente A minha gordura não me incomodava. Uma das minhas amigas faltava a semana inteira para não correr o risco de subir na balança na frente de todos os colegas…Lembro de um dia, no 2º ano do Ensino Médio, quando o professor chegou na sala para pesar os alunos. A turma começou a zoar, todo mundo que subia na balança ganhava um apelido… baleia, para os mais gordos, pena, magrelo, para os desprovidos de gordurinhas, anão para os pequenos…Muitos colegas ficavam constrangidos. Eu estava na fila e quando chegou minha vez me dirigi á balança com os ouvidos bem abertos preparada para escutar tudo… E qual não foi minha surpresa quando se instalou na sala um silêncio sepulcral. Traduzi como respeito. Ninguém disse nada. Era incrível o respeito que os colegas tinham por mim… Sim. Sempre me senti muito respeitada! Sabia que era gorda, mas ninguém me apelidava, nem ria , na minha frente, do meu excesso de peso . Quando o próximo colega subiu na balança as brincadeirinhas picantes recomeçaram.
Durante a minha adolescência, o “auge” do meu excesso de peso se deu em 1998. Pesei 79 kg com 1,52… Imaginem!!! Aff, não gosto nem de lembrar…Em 2000, então com 17 anos, resolvi que faria uma dieta e que dessa vez seria diferente: Eu iria emagrecer de verdade! Comecei a me sentir incomodada com todo aquele peso. E, sem dizer nada pra minha mãe, me matriculei na academia do SESI, junto com JÔSE, uma amiga que me deu muito apoio, e, juntas, íamos todos os dias fazer uma maratona de exercícios. Eu fazia cursinho preparatório para o vestibular, no GEO e Jôse todas as tardes passava lá para irmos juntas ao SESI. Fazíamos aeróbica, natação, hidroginástica e musculação…Disciplinadamente, passamos um ano repetindo esta experiência. Eliminei os doces e massas da minha alimentação…Adotei o Diet Shake substituindo duas refeições e almoçava muito pouco…uma carne grelhada, arroz branco e saladas…e no final do ano, ao completar 12 meses eu tinha conseguido emagrecer 23 kg. Pesei 57 kg, vestia todas as roupas e me sentia linda. O problemas agora era escolher que roupa vestir, diante de tanta opção!!! Lembro que no veraneio de 2001 louca para brincar o “fest verão”, em Tibau, o sonho de um ano inteiro…vésperas da viagem, passei mal, tive uma hipoglicemia e o médico não queria me liberar pra viajar…depois de muito me comprometer a me alimentar direito ele me deu alta, com a condição de ter sempre um chocolate no bolso!!!! Nunca imaginei que um dia fosse ser obrigada a isso, logo eu que adoro doces…mas a minha dieta foi um tanto radical…eliminei o doce completamente!!!
E assim, consegui vestir o menor manequim 42, como tenho o quadril muito largo, mesmo magra o menor número que já consegui usar foi o 42…então é com ele que me sentirei feliz de novo, daqui há 10 meses. Eu mantive 57 kg por 4 anos, sem dieta rigorosa e sem maratona de exercícios…Cheguei a acreditar que pudesse continuar pra sempre Magra… Parece que o erro estava aí…Me enxerguei MAGRA, e segundo Mirella quando nos sentimos magra, achamos que podemos comer mais, e mais, mais… Estou eu aqui de novo…me esforçando para me aceitar como uma Gorda em recuperação…Engordei 30 kg em 5 anos…e ultrapassei em 10 quilos o máximo que eu já tinha pesado…
Comecei esta experiência pesando 84 kg.Fiquei muito feliz com o convite de Mirella Ciarlini para fazer parte deste bendito grupo, pois esse ano vai ser muito especial pra mim. É o ano do meu casamento…E quero me sentir linda num vestido de noiva…Minha meta é emagrecer 27 kilos no prazo de 10 meses.
Mais uma gorda em recuperação
Oi, gente
Sou Virgínia Barreto, tenho 25 anos e preciso perder 15kg.
A primeira coisa que quero é agradecer por estar dividindo este espaço com vocês. Sabe, eu relutei em aceitar o convite para participar deste projeto. Por vários motivos: sou tímida, meio anti-social; como todas nós, tinha muita dificuldade de me assumir gorda; e também porque chava que não havia mais nada que melhorasse minha situação. Mas agradeço a Deus (e a Mirella, pela persistência em ajudar quem não queria mais ser ajudada) por estar aqui, conhecendo pessoas tão bacanas. Eu tava me sentindo anormal, desprezível e completamente deslocada no mundo, porque as pessoas rejeitam a gordura ou porque minha auto-estima me fizesse sentir longe de ser aceita. Enfim, estava fora de órbita, me sentindo totalmente desprezada. Saber que outras pessoas vivem as mesmas angústias, ansiedades realmente tira um peso das nossas costas. E ter pessoas inteligentes, alegres, divertidas por perto ajuda muito a estimular esse começo tão desafiador… Obrigada a todas por encarar o desafio junto comigo… Obrigada também aos nossos parceiros: Clinbem, Academia Atividade Fitness, Fred Veras, aos veículos de comunicação que também têm dado um enfoque muito legal ao nosso grupo. Força, garotas!!! Temos 10 meses pela frente pra vencer barreiras e contar muita história.
Mirella Ciarlini
Sou uma gorda em recuperação há dois anos.
A cada dia uma vitória, um novo conhecimento, mais forças para manter o equilíbrio e o controle do peso pelo resto da vida.Com base na minha experiência de engordar, emagrecer, engordar… durante quase vinte anos, parei para entender e descobrir onde estava o erro.
Reuni tudo que consegui perceber num livro: Magra? Não. Gorda em Recuperação. E o livro deu origem ao Programa que reúne hoje mulheres que estão a fim de controlar o resultado na balança.
Um grupo de amigas que como eu estão afim de tentar ver a verdade de frente e usar PP pelo resto da vida. Eu perdi 30 quilos em 10 meses.
Hoje tenho 31 anos, 1,60 de altura, 60 quilos e graças a muita determinação e coragem para aceitar que eu seria gorda, mas em recuperação, pelo resto da vida, troquei o manequim 50 pelo 38.Quando estava com 94 quilos, não imaginava que chegaria tão longe.
Hoje sei que posso chegar onde quiser e que em breve perderei os últimos 2 quilos da minha meta. Hoje não sou uma nova mulher só por fora. A parte interior foi a que sofreu a mudança mais bonita. Deixar de pensar como gorda. Esquecer que comer era a melhor coisa do mundo, parar de acordar e dormir pensando em comida. Equilíbrio, conhecimento e uma balança para me dizer a verdade todos o dias. A obesidade não tem cura, tem controle e uma gorda em recuperação não tem dúvidas disso.
Dieta? Não como se fala por aí. Me reeduquei a partir do Programa de pontos do Dr. Alfredo Halpern. Com ele tenho o comando sobre a minha perda de peso. sem riscos, sem falhas, somente resultados. Alíado a esse importante conhecimento, todos os outros que fazem parte do universo de todos nós Gordos. Porque afinal de contas emagrecer todo gordo emagrece. O desafio de ser um Gordo em Recuperação é não ficar mais ganhando e perdendo nem que sejam 2 quilinhos pelo resto da vida.
Fico muito feliz de ser uma gorda em recuperação. Minha doença não tem cura, mas está sendo controlada. Já não sofro por ver comidas que prefiro não comer, não fico com água na boca sempre que alguém fala em comida, não como mais só por comer. Tudo isso sem sofrer, coisa que nunca pensei ser possível; Conseguir me aceitar e ser uma gorda em recuperação mudou minha vida.
Mirella Ciarlini
Joyce Moura
Eita que apesar de ser jornalista, é dificil demais escrever sobre nós….Mas, vamos lá…
Meu nome é Joyce Moura, esse é o nome artístico, porque meu nome quase não cabe nas linhas destinadas a
assinaturas. Ele, completo, é Joyce Rose Moura Lima Ferreira.
Então para facilitar a vida, o nome “artístico” é Joyce Moura. Tenho 27 anos, como já falei, sou jornalista com pós graduação em Marketing Político. É isso mesmo, gosto de política e adoro trabalhar em campanhas eleitorais, por isso, se tiverem
uma campanha esse ano, estou pegando!(risos)
Nasci em Mossoró, mas passei 9 anos morando em Campina Grande na Paraiba,só voltando a terrinha no final de 2008. Por isso, me sinto um pouco mossorocampinense e quem me conhece sabe como é dificil me desligar da cidade paraibana.
Desde criança sou gordinha, fofinha, fofíssima…Por algum tempo pensei que me aceitava como sou, mas hoje, vejo que nunca me aceitei, apenas empurrei com a barriga. Talvez porque quando somos crianças, é sempre fofinho ser gordinha…mas o tempo vai passando e o que era fofinho torna-se chatinho.
Nunca tive problemas com atividades físicas, ao contrario, sempre fui “amostrada”. Sempre pratiquei esportes, danças…e pasmem: adoro fazer abdominal, isso mesmo…Por isso, não tenho dificudade nenhuma em ir a academia e malhar cerca de 2 horas.
Agora o problema, ahhh esse problema que me acaba…o tal do doce. Isso mesmo, adoooroo doce e as vezes como bem pouco no almoço ou jantar para compensar na sobremesa. Não me botem uma panela de brigadeiro…que é minha tentação.
Já fiz mil e uma dietas, emagreço e sempre volto ao peso não desejado. Afinal, comer é bom demais né? Está sendo dificil emagrecer a cabeça, parar de pensar como gordo, parar de desejar comidas gostosas. Ah como eu queria passar em frente as travessas de saladas e pensar: Ai, que delicia essa alface, esse brocolis, essa acelga….mas, meu pensamento passa bem longe disso.
Hoje é o sexto dia como Gorda em recuperação e confesso que o pensamento obeso me acompanha por alguns minutos, mas, também, alegro-me porque estou conseguindo deixa-lo de lado e mentalizar outras coisas.
Sei que vou conseguir, afinal, quero e sou capaz !
Boa sorte para nós!!!
Abraços
Joyce Moura












Gorda em recuperação do Piauí
Tacyanna achou o grupo Gordas em Recuperação pela internet. Ficamos todos muito felizes com a sua chegada. Como a sua participação no Grupo é apenas on line devido a distância, todas as quintas-feiras ela nos manda por email como está a sua evolução dentro dos mandamentos do Gordo em Recuperação. Abaixo vamos trancrever os emails trocados com a nossa amiga para que todos os participantes do grupo possam aprender e conhecer um pouco mais de Tacyanna.