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MINHA BAÇANÇA ESTÁ LOUCA!!
Meninas e agora?
Minha balança está louca, fiz o que Van me orientou, coloquei 5kg de feijão em cima da minha balança e o resultado foi 6,7kg, ou seja +1,7kg.
Agora a dúvida, depois do fim de semana com o fiscal da Dieta minha balança acusou 79,5 (corrigindo os valores 77,8kg), e nas outas duas balanças (mãe e irmã) acusaram 78,3kg, qual o valor que eu uso meu povo? Estou pensando seriamente em usar o menor peso. risos
Beijooss
Iasmin – BA
MIRELLA:
Oi Iasmin. A melhor coisa é você trocar a sua balança para se sentir mais segura; Se você puder faça isso o mais rápido possível. Quanto ao peso que você vai considerar, veja bem. Tanto faz. Nos pesamos todos os dias para acompanhar o volume de peso que ganhamos ou eliminamos. O nosso peso mesmo sempre vai variar se uma balança para outra, mas se ela não estiver com problemas, serão sempre variações como a que ocorre da balança da sua mãe para o peso da sua com os quilos extra identificados reduzidos do total. No máximo uma variação de 500g, mas em geral variações de 200 ou 300g. Isso não é o mais importante. O importante é quanto vc vai reduzindo a cada dia. Se foque nas suas conquistas e resultados e escolha a aferição da balança que lhe faz sentir melhor desde que você possa pesar-se sempre nela a cada dia.
Um grande beijo. Mirella
Células de gordura podem murchar, mas o número delas se mantém
Pessoa que já foi gorda tem que cuidar do peso para o resto da vida.
No Brasil, 15% da população é obesa, segundo dados oficiais.

Muitas pessoas acham que os gordinhos são assim porque querem, e atribuem o excesso de peso a preguiça, falta de vergonha ou desleixo.
O fato é que a obesidade é uma doença, e esse número vem crescendo no mundo todo. No Brasil, 15% da população já é considerada obesa, segundo os dados oficiais mais recentes.
O endocrinologista Alfredo Halpern explicou que, quando um indivíduo engorda, produz uma quantidade maior de células de gordura. Ao emagrecer, essas células murcham, mas não desaparecem – a quantidade só aumenta, nunca diminui.
Britânica emagrece quase 70 quilos em menos de dois anos
‘Eu finalmente me sinto jovem’, disse Kelly Meager. Ela ganhou título de jovem mais esbelta após perde 67,6 kg.
Dúvida da semana
Angélica:
Oi Mirella.
Olha estou super feliz com a evolução que estou tendo com o grupo Gordas e Recuperação, e com a dieta dos pontos, mais importante do que comer pouco está sendo para mim aprender a comer. Minhas refeições se tornam mais saudáveis a cada dia que passa e eu me sinto melhor e mais disposta.
CONHEÇA TAMBÉM O BLOG DA CAMILLA DE BRASÍLIA. ELA TAMBÉM ESTÁ DETERMINADA NESSA LUTA.
Copiamos o texto abaixo do blog dela. Nele ela indica o Gordas em Recuperação para suas amigas. Agradecemos o carinho e é claro, colocamos o endereço dela aqui para que possamos todas nos conectar e trocar sempre muitas experiências compartilhando todas as conquistas. Vejam que pelo diário dela ela faz tudo direitinho. E esse é o caminho para o resultado. Consciência, disciplina e muita determinação.
Brasileiras estão mais obesas
Dados do Ministério da Saúde mostram que, nas capitais, obesidade atinge 14% das mulheres. O número aumentou 22% em quatro anos
Priscilla Borges, iG Brasília | 21/06/2010 19:23
A falta de hábitos saudáveis – dieta equilibrada e exercícios físicos regulares – tem aumentado o número de pessoas com peso acima do ideal no País.
Quase metade da população brasileira tem excesso de peso (46,6%). O que mais preocupa é que os índices que mais crescem são os da obesidade. As mulheres são as mais afetadas.
Informações imoportantes sobre o ovo.
Após o leite materno o ovo é considerado o alimento maís completo: fácil preparo, digestão e absorção:supere carência de vários nutrientes incluindo vitamina B12.
No controle ou perda de peso o ovo pode ser um importante aliado: Substituindo outros alimentos, reduz a indigestão de gorduras, carnes e outros alimentos altamente calóricos;
O ovo é um alimento de baixo custo; Na verdade é a fonte de nutrientes e de proteinas maís a acessivel que existe.
O pó da casca de ovo enriquecido administrados na alimentação de idosos com osteoporose resultou em melhora da densidade mineral óssea.
A cor da casca indica apenas a cor da galinha, ou seja ovos brancos são originários de galinha branca e os vermelhos de galinhas vermelhas.
As claras são fonte de proteína. Rica em albumina, ela é indicada para pessoas que necessitam de reposição eficiente de proteínas como por exemplo os praticantes de exercícios. Também pode ser usada como complemento de dieta de emagrecimento ou dietas deficientes de fontes proteicas.
A casca do ovo é rica em cálcio.
Onze dicas para o seu emagrecimento não estacionar
O ponteiro da balança travou? Não se desespere!
1 – Verifique se o número de refeições diárias está sendo feito de forma fracionada (cerca de cinco ou seis ao longo do dia). Como o processo de digestão consome calorias, quanto mais vezes ele for repetido, maior será a queima calórica.
2 – Invista na atividade física regular, especialmente nos aeróbicos e na musculação. O aumento da massa magra aumenta o metabolismo e, desta forma, você reacelera o seu emagrecimento. Já treina? Converse então com o seu instrutor. Talvez seja o momento de mudar as séries (e carga) dos exercícios praticados.
3 – Preste atenção à qualidade dos alimentos, e não apenas à quantidade. Adote um cardápio variado (sempre!), que contemple todos os grupos alimentares -carboidratos, proteínas e gorduras.
4 – Relaxe! Lembrese de que um emagrecimento seguro – feito de forma lenta e gradual – aumenta suas chances de conseguir uma mudança definitiva dos hábitos alimentares, sem o temível efeito sanfona.
5 – Se você estiver com dúvida em relação à dieta seguida, consulte um nutricionista para definir um novo plano alimentar para você voltar a eliminar peso.
O que vem primeiro: a obesidade ou a depressão?
Manter o bom humor frente a qualquer doença crônica é muito difícil. Assim também ocorre com a obesidade. Na maioria das vezes, a doença vence o paciente pelo cansaço e impõe um enfrentamento com limitações, fraquezas e até com o próprio desconhecimento da medicina de como tratar individualmente cada caso de obesidade, já que eles são tão diferentes entre si.
“Médicos e pacientes, muitas vezes, se constrangem frente à impossibilidade de resolver o problema, pois a derrota, quando ela ocorre, é de todos nós”, afirma a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen, Centro Integrado de Terapia Nutricional.
A cada dia, mais endocrinologistas atendem obesos deprimidos nos consultórios. Nos divãs dos analistas é grande a incidência de obesos também. “Não há dúvida quanto a associação das duas doenças. Aproximadamente 30% das pessoas que procuram tratamento para emagrecer apresentam depressão. Além é claro dos inúmeros casos de melancolia e tristeza em lidar com algo tão difícil, gerado pela rotina de ter que lutar contra a balança, de se policiar sempre, de não poder se soltar nunca. Nas consultas médicas que tratam o assunto, o choro é a regra”, revela Ellen Paiva.
A idéia que temos de nós mesmos é um grande impulso para o sucesso ou para a derrota em todos os embates da vida. Os obesos carregam “o peso” de que não são capazes de vencer a guerra contra a balança, principalmente após inúmeras tentativas frustradas de emagrecer. “Eles até continuam tentando perder peso, mas sem nenhuma confiança de que isso seja possível. Quando eles vêm ao consultório, o grande desafio dos profissionais ligados ao tratamento da obesidade é fazê-los acreditar que podem perder peso”, diz a médica.
Um ciclo pouco virtuoso
As primeiras dietas são sempre coroadas de êxitos. A perda de peso que ocorre na maioria das primeiras tentativas de perda de peso é facilmente compreendida pelo maior engajamento dos pacientes nas dietas propostas e nas várias mudanças de estilo de vida que eles se dispõem a fazer.“Como a manutenção de peso ainda é o calcanhar de Aquiles dos tratamentos para a obesidade, os pacientes voltam a engordar. E novas dietas são implementadas trazendo à tona a noção da fragilidade da perda de peso. A explicação dada pelos pacientes de que as dietas vão ficando mais difíceis porque eles vão envelhecendo não procede. Na verdade, eles se tornam mais e mais descrentes da possibilidade de emagrecer e mais e mais propensos à depressão”, contextualiza a endocrinologista.
As frustrações em relação à imagem corporal começam no enfrentamento da criança obesa com os vários apelidos na escola, avançam pela puberdade, onde já existe uma insatisfação com as formas corporais e alcançam o adulto que sofre preconceitos velados e dificuldades reais como se posicionar em assentos públicos, comprar roupas adequadas à sua numeração e em se enxergar tão fora dos rigorosos padrões de beleza corporal. Tudo isso concorre para uma atitude de isolamento social e baixa auto-estima.
Apesar de muitas vezes não ser perceptível, a obesidade infantil afeta a auto-estima e a sociabilidade da população infanto-juvenil. Pesquisas recentes sugerem que há três variáveis psicossociais que podem afetar negativamente a qualidade de vida das crianças obesas, podendo inclusive dificultar mudanças em seus estilos de vida, como fazer dieta ou praticar atividade física. Essas dificuldades impostas pela obesidade podem coexistir na vida de muitas delas, embora elas se sintam relutantes em discutir o assunto com os pais, professores ou profissionais de saúde envolvidos em seus tratamentos. São elas:
Dificuldade de enfrentarem gozações e brincadeiras de seus colegas relacionadas ao seu peso corporal, o que causa estresse psicológico intenso, piora da auto-estima e piora da sua auto-avaliação da imagem corporal;
Isolamento social, redução considerável da capacidade de fazer amigos e de aproveitar as oportunidades de praticar atividade física em grupos, com o consequente aumento do consumo de alimentos;
Depressão, que pode ocorrer como causa ou consequência da obesidade na infância e adolescência.
“As consequências da obesidade na infância e na adolescência não param por aí. Outras pesquisas têm documentado alterações comportamentais até então desconhecidas como influenciadas pela obesidade. Parece que a obesidade na população infanto-juvenil está ligada ao comprometimento do desempenho escolar, à maior vulnerabilidade para os transtornos alimentares do tipo bulimia, a comportamentos de risco como tabagismo, alcoolismo, atividade sexual prematura e a práticas nutricionais erradas e sedentarismo”, alerta a endocrinologista Ellen Simone Paiva. Várias atitudes de risco e de desorganização na vida pessoal têm maior propensão de se agruparem na criança e nos adolescente obesos.
O surgimento do transtorno alimentar
A associação da obesidade com a depressão, principalmente entre jovens, traz consigo o fantasma dos transtornos alimentares. É mesmo muito preocupante o grau de insatisfação corporal entre os adolescentes em todo o mundo. Mais de 25% dos meninos e 50% das meninas desejam perder peso, incluindo estatísticas de povos orientais. O mais impressionante de tudo isso é que 81% deles são considerados de baixo peso ou de peso normal e 20% deles recorrem a métodos inadequados para alcançar seus objetivos de peso ideal, como dietas restritivas, medicamentos para emagrecer e a prática de vômitos auto-induzidos.
“O que vem primeiro: a obesidade ou a depressão? Muitas vezes, a depressão leva à obesidade, principalmente quando a depressão se acompanha de grande ansiedade e compulsão alimentar. As pessoas comem não somente por fome. Comem por prazer de comer, mas, muitas vezes, para compensar o desprazer e a tristeza. Comem como forma de presentear-se. Além disso, a maioria dos medicamentos utilizados para o tratamento da depressão leva ao ganho de peso e isso não pode ser desconsiderado na avaliação desses pacientes”, alerta Ellen Paiva.
Os sintomas depressivos também podem estar mascarados pelos sintomas da obesidade. É comum entre os obesos sinais de apatia, sonolência, dores no corpo, desânimo e fadiga, muito frequentes também nos quadros depressivos. Um dos sintomas mais frequentes da depressão é o desânimo, o que dificulta qualquer atitude em relação à prática de atividade física, que poderia mudar o prognóstico de ambas as doenças. “Depressão e obesidade podem se beneficiar dessa prática, uma vez que ela está associada ao aumento do gasto calórico, mas, muito mais que isso, a uma atitude positiva e otimista que as pessoas se engajam quando incorporam a atividade física à sua prática diária”, defende endocrinologista Ellen Paiva.
Fonte: Citen
Enviado: Ana Cláudia Barbalho




















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