Arquivo de abril, 2010
Saiu na Imprensa 21/04/2010
O Mossoroense
- O livro “Magra? Não. Gorda em Recuperação”, assinado pela jornalista e publicitária Mirella Ciarlini, está no topo dos livros mais vendidos na Livraria Siciliano do Mossoró West Shopping.
De Fato
Copiei e colei: “O livro Magra? Não. Gorda em Recuperação, de autoria da jornalista e publicitária Mirella Ciarlini, lidera a lista dos mais vendidos da Livraria Siciliano em Mossoró de 1º a 19 de abril. A obra foi lançada no dia 31 de março e já se destaca pelo interesse do público. O livro relata de uma forma dinâmica, atrativa, realista e bem humorada a luta da autora contra a balança. Magra? Não. Gorda em Recuperação será lançado ainda em Natal e Fortaleza, na primeira quinzena de maio.”
Mirela Ciarlini lidera vendas de livros
A obra “Magra? Não. Gorda em Recuperação” lidera a lista dos livros mais vendidos na Livraria Siciliano de Mossoró. A publicação da jornalista e publicitária Mirela Ciarlini está em 1° lugar entre os mais vendidos nos 19 primeiros dias de Abril. O livro relata de uma forma dinâmica, atrativa, realista e bem humorada a luta da autora contra a balança.
“Magra? Não. Gorda em Recuperação” será lançado ainda em Natal e Fortaleza, na primeira quinzena de maio.
1º) Magra? Não! Gorda em Recuperação
Mirella Ciarlini
2º) A Cabana
Willian P. Young
3º) As Caçadas de Pedrinho
Monteiro Lobato
4º) Alice – As Aventuras de Alice no País das Maravilhas
Lewis Carroll
5º) O Ladrão de Raios
Rick Ryordan
6º) Pedagogia da Autonomia
Paulo Freire
7º) O Despertar – Diários do Vampiro
L. J. Smith
8º) A Batalha do Labirinto
Rick Ryordan
9º) A negrinha
Monteiro Lobato
10º) O Pequeno Príncipe
Antoine Saint-Exupéry
Retirado do site: http://diariodecultura.blogspot.com/
Disciplina para manter o peso
Hoje parei para recalcular os pontos, adaptar a minha vida a uma nova e prazerosa situação. Comer para manter o peso. Depois do grande sacrifício finalmente vou poder aumentar os ítens do cardápio. Parecia que esse dia nunca chegaria. Foi necessário muita disciplina, determinação, paciência. Mas tudo deu certo até aqui. Estou com 57 quilos, 1,60 metros de altura, vestindo roupas PP ou tamanho 36. Passei a fazer exercícios todos os dias. Mais um desafio para quem sempre só foi para a academia para emagrecer. Agora é diferente isso também. Aliás o equilíbrio de uma coisa parece que é distribuído para tudo na vida. E isso é estímulo para melhorarmos ainda mais.
Pois bem. A partir de hoje vou ter que me reeducar para voltar a comer um pouco mais. E isso é muito difícl para um gordo em recuperação. Qualquer deslise, tudo de volta. Na dieta comia 300 pontos, agora para manter o peso posso comer 530. Isso é claro, por causa dos exercícios que queimam calorias e permitem um pouco mais de calorias no cardápio. Esse é o novo desafio. Peço a Deus muita paz e tranquilidade para essa nova fase da reeducação. Aprender a voltar a comer um pouco mais. Passo a passo. Novos aprendizados. E disciplina, disciplina, disciplina.
Jornalista lança “Magra? Não! Gorda em Recuperação!” no dia 6 de Maio.
O tema obesidade nunca foi tão explorado como nos dias atuais. Programas de televisão, revistas, dicas dos famosos, livros, reportagens em jornais e revistas. Fórmulas mirabolantes que prometem a perda rápida de peso. Cinco, dez, quinze quilos em pouco tempo. Aparelhos eletrônicos, shakes, chás, cintas modeladoras e toda sorte de alternativas para dar aos gordinhos todos os resultados que sempre sonharam. E o melhor: em um curto espaço de tempo.
A jornalista e publicitária Mirella Ciarlini, 31 anos, pode falar com propriedade sobre todos os métodos rápidos para emagrecer. Ela comprova que todos funcionam. Mas alerta, o efeito é passageiro. Um conto de fadas. A gordura some, mas como no toque do relógio à meia-noite, a Cinderela perde o encanto e a balança mostra a realidade que os gordos não querem ver. Depois de emagrecer e engordar durante vinte anos, a jornalista resolveu encarar a obesidade de uma maneira atípica. Decidiu que em vez de buscar soluções milagrosas iria aceitar sua condição de gorda e mergulhar no autoconhecimento.
Ela abandonou o manequim 48 e foi reapresentada às calças 36 sem recorrer à dietas mirabolantes, nem a cirurgias plásticas ou bariátricas. Toda a trajetória de luta contra a balança e a busca pelo equilíbrio pessoal e fisiológico a jornalista conta no livro Magra? Não. Gorda em Recuperação que será lançado, às 19h, no dia 6 de maio, na Livraria Siciliano, do Midway Mall. Mais informações no www.gordasemrecuperacao.com.br.
Sobre o Jovens Escribas:
O Selo Jovens Escribas nasceu em 2004, em Natal, e desde então lançou vários escritores do Rio Grande do Norte. Já são doze livros publicados com o reconhecimento da crítica literária pelo talento dos autores, o cuidado com a escolha das obras e a vanguarda da proposta dos Jovens Escribas. De acordo com Carlos Fialho, um dos fundadores do Selo e autor de três livros (Verão Veraneio, É Tudo Mentira!, e Mano Celo), “o livro de Mirella assinala mais um passo importante para o Selo. Ela será a primeira mulher a publicar com a chancela dos Jovens Escribas”, comemorou.
Lançamento em Natal dia 6 de maio
O Lançamento do livro: Magra? Não. Gorda em Recuperação em Natal, acontecerá no dia 6 de maio a partir das 19h na livraria Siciliano do Midway Mall.
O que achei do livro!
Tive a satisfação e ser uma das primeiras pessoas a ler o livro. Quando ele ainda estava o papel indo para diagramação e criação das ilustrações.
Recebi até o capítulo 10, mas só li até o 6. E lembro-me exatamente do dia que li o capítulo 4, para mim o mais aterrorizante, até disse à Mirella que se a pessoa for fraca de espírito, desequilibra ou doida, não passava daquele capítulo.
Encontrei-me de cara em todos os capítulos, isso é fato. Não seria se eu não fosse uma gorda em recuperação. Sem contar que a leitura é fácil, pra gente que conhece a autora parece que tá ouvindo e vendo-aela falar. Consigo visualizar os olhares, os gestos, a postura…
No terceiro capítulo, apesar de saber que não sou eu, até porque não tava na agência nessa época, Mirella cita que uma amiga chega ao trabalho, LOGO CEDO, e grita pra os quatro cantos “estou desejando comer um churrasco”, pouco tempo depois “agora quero uma lasanha” kkkkkkkkkkkkkk eu passava meus dias berrando isso lá na agência. (quero paçoca, quero enroladinho, quero os ‘peitinhos’ do George, ai que vontade de comer um filé, depois de um tempinho, queria era tudo junto…)
No quarto capítulo, bolei de rir quando Mirella diz que uma colega ficou ofendida quando Moisés disse que ela deveria se tornar uma gorda em recuperação. Mesmo que eu não conhecesse Rizy já saberia que era ela. (kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk)
Já no capítulo nove, que é quando entra mesmo na dieta dos pontos e eu já tô um pouco mais familiarizada, pois tenho feito ela e já tenho o livro, pude constar que, quem tem uma vida regrada, uma cozinheira, que possa ajudar e fazer o que se pede. No meu caso, que moro só, nuca tem comida em casa… Acabo sempre optando por qualquer porcaria na rua ou até em casa mesmo.
Quando a autora diz, no capítulo 11, que a maioria de todas as forças só Deus pode conceder, vi ali a fonte da paz e da serenidade. Quando estava em Mossoró, procurei muito por Deus, tive dias mais que difíceis, chorava, me desesperava, queria comer como solução para todos os meus problemas. Comecei à ir na casa do caminho, li e ainda leio livros que me trazem esse equilíbrio, mas não continuei a ir depois que voltei e sinto essa necessidade, assim como também sinto de ir numa missa, porém, não abri mão dos livros. Acredito ser uma força essencial para nossa caminhada.
O capítulo 12, por sua vez, faz uma referência a não perder mais um dia por causa da gordura. Usar biquíni e não esconder-se numa canga. Graças a deus eu sempre segui uma filosofia de vida que é aproveitar cada dia como sendo o último para tudo. É verdade que muitas vezes fui covarde, me escondo nos vestidos, nas batinhas, mas não deixo de fazer as coisas que gosto, que me deixam felizes por isso. Exemplo: ir à praia e não entrar no mar porque vão me ver gorda… eu escolho uma praia menos tumultuada, tipo a praia do Y, né Joyce? (risos)
Uma vez fui à praia com Rizy, a primeira vez que fomos juntas, ela queria entrar de vestidinho porque tinha vergonha da barriga. Eu disse: mulher, melhore. Quem paga suas contas? Quem djabo aqui lhe conhece? Olhe quantas outras pessoas estão na mesma situação que você… Nada disso é certo, afinal eu não queria que ela entendesse isso como desculpas pra continuar gorda, com a barriga mole (e branca). Depois que entramos na água eu completei: se vc não se sente bem em vir à praia por causa da barriga, comece a reverter isso. Tem feito o que pra mudar? Enquanto você não fizer nada não pode achar ruim e muito menos deixar de fazer. Vai deixar de viver por conta de uma barriga? Vai chegar lá na frente e olhar pra trás, desejar aquele banho de mar e não ter concretizado por vergonha?
Enfim, o mais importante é isso, é você se assumir e, principalmente se aceitar assim. Enquanto não nos convencermos nada e nem ninguém poderá atuar por nós.
Confesso que não foi difícil me aceitar como gorda, isso era obvio. Difícil é aceitar que terei que prosseguir com isso pro resto da minha vida. Porém, quando se alcança o equilíbrio e a disciplina tudo fica mais fácil, né?
Ainda não cheguei ao ápice do equilíbrio, que dirá da disciplina, mas tenho mudado minha alimentação, as quantidades e até os matos que eu não comia e nem aceitava comer, já descem com uma facilidade absurda, a ponto de eu ir lanchar com as amigas no pitts e pedir uma salada 404 sem cenoura e sem queijo ralado. Acompanhada de suco de limão ou água de coco.
É isso gente, apenas compartilhando com vocês o que vi, senti e o que extraí dessa prazerosa leitura.
Sucesso pra todas.
Gabi D.
Muito obrigada
Gostaria de agradecer a todos que tem buscado o livro Magra? Não. Gorda em Recuperação. Espero que as dicas do livro inspirem a todos que precisam vencer essa batalha tão difícil pelo controle de peso. Os que desejare podem mandar perguntas pelo blog. Agora começamos a nos preparar para o lançamento em Natal e Fortaleza agradecendo bastante as pessoas dessa cidade que já se anteciparam e pediram seu livros antecipadamente. Um grande beijo a todos.
Mirella.
Gostaria de agradecer a todos que tem buscado o livro Magra? Não. Gorda em Recuperação. Espero que as dicas do livro inspirem a todos que precisam vencer essa batalha tão difícil pelo controle de peso. Os que desejare podem mandar perguntas pelo blog. Agora começamos a nos preparar para o lançamento em Natal e Fortaleza agradecendo bastante as pessoas dessa cidade que já se anteciparam e pediram seu livros antecipadamente. Um grande beijo a todos.
Mirella.






Alguma coisa mudou…
Vamos entrar par ao 4º mês do programa das gordinhas. No meu caderninho, que recebi na primeira reunião, estou indo pra última página e vou escrever o meu roteiro do centésimo dia (28.04), levando em conta que tiveram dias que não escrevi principalmente nos finais de semana em que eu perdia o controle geral da situação, chegar ao número 100 representou um marco importante.
Primeiro por eu ter conseguido chegar até aqui e com desejo de continuar. Depois por olhar lá nas primeiras folhas do meu caderno e vê o que mudou nesses 100 dias. Além dos quilos, obviamente, mudei o total dos pontos, mudei os alimentos e, acima de tudo, mudei a forma de pensar.
Não serei hipócrita em dizer que não ultrapasso mais os pontos, ultrapasso sim. Tampouco dizer que não bebo mais cerveja, bebo sim! Que não como mais pizza, coxinha, sanduiche e pastel, pois como. Que não bebo mais coca (a tradicional), pois bebo e nada de zero, por favor.
O que mudou foi a maneira de pensar sobre tudo isso. Medir, pesar os prós e contras. Entender a importância desse ou daquele alimento. Isso é o que minha amiga Mirella chama de equilíbrio e, acredito que seja mesmo. Não tô nem perto de ter o equilíbrio pleno e acho que ninguém tem (exceto ela), mas sei que estar no grupo, conhecer a dieta e ver que posso ter os resultados esperado e, mais ainda, saber que só depende de mim, tem me feito enxergar tudo diferente.
Hoje já consigo comer apenas uma colher de farofa (eu sou viciada em farofa), sentar numa lanchonete com os amigos pra lanchar e pedir meu prato de mato e vê-los comendo bata frita e nem roubar umazinha se quer. Trocar um espetinho de carne por dois de coração de frango. Escolher a sexta ou o sábado pra sair, assim não ultrapassa os pontos por dois dias.
Essa mudança no modo de pensar ela não ficou restrita apenas ao quesito alimentício, ela tem me trazido grandes avanços na vida. Tenho crescido a cada dia com a forma de pensar e agir que a busca pelo equilíbrio tá me trazendo. Tô sabendo ponderar, tenho mais serenidade na hora de agir, o que ainda não adquiri foi paciência, mas essa eu acho que isso já não tem mais jeito.
Enfim, gordinhas, vale muito à pena acreditar que podemos, pois quando a gente acreditando, fazemos por onde e logo enxergamos o resultado. As mudanças estão dentro de cada uma de nós, basta parar e refletir sobre cada uma delas.
Boa sorte pra todas.
Gabi D.